
De acordo com levantamento do Brazil Media Intelligence & Insights Report, elaborado pela MassCom Global e noticiado pelo site Diário do Comércio, foram registradas 12,8 milhões de viagens internacionais realizadas por brasileiros em 2024, um avanço de 18,5% em relação a 2023.
Já a pesquisa da Viva América, com base em dados oficiais do Escritório Nacional de Viagem e Turismo dos Estados Unidos (NTTO, na sigla em inglês) e divulgada pelo site da AG Immigration, aponta os Estados Unidos como um dos principais destinos dos brasileiros. Entre janeiro e março de 2025, o país recebeu 478.535 visitantes vindos do Brasil, número que representa um crescimento de 4,89% na comparação com o mesmo período de 2024.
Adriana Santos, gerente operacional da Schultz Vistos, explica que a alta nas viagens internacionais a lazer tem impactado diretamente a procura por vistos, especialmente para Estados Unidos e Canadá.
"Com a retomada do turismo e o aumento do planejamento antecipado das viagens, mais pessoas passaram a buscar o visto não apenas como uma necessidade imediata, mas como parte estratégica do planejamento de longo prazo, o que se reflete no aumento da demanda por orientações especializadas", afirma.
Para viagens de turismo e negócios, a especialista destaca que os vistos mais comuns são o B1/B2, no caso dos Estados Unidos, ou a autorização eletrônica (eTA), no caso do Canadá (para quem já possui visto válido nos EUA ou canadense emitido nos últimos 10 anos).
"Nestes casos, as autoridades consulares avaliam fatores como vínculos com o país de origem, situação profissional, estabilidade financeira, histórico de viagens e coerência entre o perfil do solicitante e o objetivo declarado da viagem. Muitos solicitantes não compreendem que a análise vai além do roteiro turístico e envolve a capacidade do viajante de demonstrar intenção de retorno ao país de origem após a viagem", detalha.
Já para viagens de estudo e intercâmbio, existem categorias específicas de visto, que variam conforme a duração do curso, o tipo de instituição e a carga horária. "Cada modalidade possui regras próprias, exigências documentais e critérios de elegibilidade distintos, o que torna essencial identificar corretamente o objetivo da viagem antes de iniciar o processo", acrescenta.
Orientação especializada reduz riscos no processo de visto
Adriana também ressalta que o processo de solicitação de visto vai além do simples preenchimento de formulários. Segundo ela, o especialista de uma assessoria avalia o perfil do viajante, identifica possíveis pontos de atenção, orienta sobre a documentação correta e auxilia no alinhamento das informações prestadas de forma clara e consistente.
"Esse acompanhamento pode reduzir erros, inconsistências e interpretações equivocadas que podem comprometer o resultado do pedido", reforça.
Para quem viaja com foco em turismo, mas pretende realizar atividades adicionais, como cursos de curta duração ou visitas acadêmicas, a gerente operacional alerta para a importância de avaliar com precisão quais atividades serão desenvolvidas durante a viagem.
"Mesmo cursos de curta duração ou visitas acadêmicas podem exigir um tipo de visto específico. Declarar corretamente o objetivo da viagem e escolher a categoria adequada evita problemas na imigração ou durante o processo consular. A orientação especializada ajuda o viajante a entender essas diferenças e a tomar a decisão correta desde o início", analisa.
Segundo a profissional, o acompanhamento especializado também permite que o viajante tenha uma visão clara de todas as etapas do processo, incluindo prazos, taxas consulares, tempo médio de processamento e possíveis solicitações adicionais.
"Isso pode reduzir a ansiedade, evitar atrasos e contribuir para um planejamento mais seguro da viagem. Além disso, o suporte profissional tem como premissa garantir que o solicitante esteja preparado para eventuais mudanças ou exigências extras que possam surgir ao longo do processo", finaliza.
Para mais informações sobre a assessoria de vistos Schultz, basta acessar: https://vistos.com.br/
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