
O Projeto de Lei 5542/25 estabelece que 20% da participação governamental (royalties) provenientes da futura exploração de petróleo e gás natural na foz do rio Amazonas sejam destinados ao financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta é da deputada Enfermeira Ana Paula (Pode-CE) e está em análise na Câmara dos Deputados.
Pelo texto, o montante arrecadado será dividido da seguinte forma:
Os recursos serão geridos pelo Fundo Nacional de Saúde.
Impactos
A deputada defende que os recursos gerados com a exploração de petróleo na Margem Equatorial Brasileira devem produzir benefícios duradouros. “A medida contribuirá para a redução das desigualdades regionais e para a melhoria dos serviços prestados à população”, diz.
Sobre o investimento na categoria da enfermagem, a deputada destaca que a valorização desses profissionais “é medida de justiça social e de fortalecimento da qualidade assistencial”.
Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais; de Minas e Energia; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.
Câmara Comissão aprova política nacional para ampliar educação de jovens e adultos
Câmara Comissão aprova selo para aeroporto com acessibilidade para pessoa com autismo
Câmara Comissão aprova inclusão de imagem em notificação de multa de trânsito
Câmara Deputado diz que edição de MP foi o acordo possível para viabilizar renegociação de dívidas rurais
Câmara Comissão aprova penas mais rígidas para corridas ilegais perto de escolas e hospitais
Câmara Comissão aprova punição para quem tentar interditar idosos de forma abusiva
Câmara Comissão aprova prioridade para diagnóstico precoce e ensino específico para alunos com autismo
Câmara Comissão aprova inclusão de cadernos e lápis em programa de material didático
Câmara Comissão de Constituição e Justiça aprova incentivo para contratação de pessoas com deficiência além das cotas