
Em mais uma ação articulada entre equipes da Prefeitura, via secretarias de Assistência Social (Semas), de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), e da Polícia Militar, 14 pessoas em situação de rua foram abordadas e 4 disseram “sim” a uma nova oportunidade. Às 19h de quinta-feira (5 de março), partiram do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), além da equipe da Abordagem Social da própria unidade, uma equipe da Guarda Municipal de Trânsito (GM) e uma da Polícia Militar.
No roteiro, abordagens no Terminal Rodoviário, na Rua Tangará, curva do “S” na Avenida Brasil, Praça da Juventude, Praça das Fontes e Área Verde Central. Coordenadora do Creas, Leliane Natali também informa que foi visitada uma casa abandonada, que, segundo relatos, estaria sendo utilizada como local de repouso por pessoas em situação de rua.
Durante a ação, as equipes realizaram identificação e atendimento das pessoas, apresentando e ofertando os serviços da Política de Assistência Social, especialmente os atendimentos realizados pelo Creas, bem como orientações e encaminhamentos para a rede de serviços públicos quando necessário.
Das 14 pessoas em situação de rua abordadas e atendidas, dez eram homens e quatro mulheres. O local com maior incidência de atendimentos foi o Terminal Rodoviário. Além das quatro que aceitaram ir para a casa de passagem, uma também precisou de atendimento médico, sendo resgatada pelo Corpo de Bombeiros.
Mesmo quem não deu o “sim” na hora, foi orientado sobre todos os serviços ofertados pelo Creas e toda a rede socioassistencial, e, a qualquer momento pode acionar a equipe para sair das ruas e adotar uma nova forma de vida.
De forma constante, o Creas promove abordagens a estas pessoas, ofertando acolhimento em uma casa de passagem, além de articular o acesso ao mercado de trabalho, resgate os vínculos familiares e, se houver necessidade, tratamento contra a dependência química. Mas o “sim” de cada pessoa precisa ser voluntário.
Para que estas ações sejam reforçadas é necessário que a população adote outro comportamento: em vez de dar esmola, acionar o Creas para que possa fazer a abordagem pelo 66 99637 7258, tanto por ligação quanto por mensagem via WhatsApp.
E, em caso de violação de direitos, ameaças e outras práticas criminosas, é preciso acionar a Polícia Militar (PM), pelo 190.
Texto: Nádia Mastella
Fotos: Reginaldo de Souza
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