
O Instituto Federal de Educação do Amazonas, Campus Tefé, poderá ser chamado de Instituto Federal de Educação do Amazonas Professora Virgilina Façanha Mendes. É o que estabelece o PL 5.761/2025 , do senador Dr. Hiran (PP-RR), aprovado em decisão final nesta terça-feira (10) na Comissão de Educação e Cultura (CE) com parecer favorável do senador Omar Aziz (PSD-AM). A proposta segue agora para a Câmara dos Deputados, caso não haja recurso para votação no Plenário.
O texto altera o atual nome do Campus Tefé em homenagem à professora Virgilina Façanha Mendes, educadora de Tefé (AM). Professora Virgilina foi condecorada pelo Conselho Estadual de Educação como a melhor diretora do interior também recebeu a medalha “Prof. Fueth Paulo Mourão”, em 1985, como reconhecimento e dedicação ao magistério.
Dr. Hiran ressalta o trabalho da professora homenageada Secretaria Estadual da Educação e Cultura e demais órgãos do governo amazonense em busca de recursos para reformar ou construir escolas. “Sua preocupação e meta de trabalho foi o aperfeiçoamento dos professores, realizando cursos de capacitação para professores, a fim de que os alunos tivessem bom aproveitamento”, destaca.
Para Omar, a professora também expressou sua liderança na vida comunitária e no plano cívico e cultural, deixando memória profundamente associada à formação educacional e cívica da comunidade tefeense. Para ele, a homenagem é meritória, tendo em vista a contribuição dela à educação.
Os senadores do colegiado aprovaram a realização de audiência pública para debater os avanços e desafios do Marco Legal da Primeira Infância em comemoração aos dez anos da lei. Requerida pela presidente do colegiado, senadora Teresa Leitão (PT-PE), a audiência terá como finalidade o debate de novas perspectivas para a promoção e a proteção do exercício pleno e equitativo dos direitos das crianças e suas famílias no período da primeira infância.
Senado Federal Em 2025, pelo menos 1.248 homens assassinaram mulheres no Brasil
Senado Federal Decisões monocráticas prejudicam trabalho da CPMI, diz Carlos Viana
Senado Federal Em 2025, mais de 1.248 homens assassinaram mulheres no Brasil