
A imposição de novas tarifas sobre produtos estrangeiros anunciada pelo governo dos Estados Unidos reacende discussões sobre os rumos do comércio bilateral com o Brasil e os impactos para a cadeia logística internacional. A medida, que afeta setores estratégicos como aço, alumínio, produtos industriais e alimentos, reforça a necessidade de planejamento aduaneiro e logístico para importadores e exportadores dos dois países.
“Esse tipo de mudança tarifária exige reação rápida do setor logístico. É preciso entender as classificações fiscais, simular cenários de custos e avaliar novas rotas ou regimes aduaneiros especiais”, avalia Paulo Gait, cofundador e diretor da PLEX International Logistics, empresa com sede em Miami e foco na operação entre Brasil e EUA.
A PLEX oferece soluções de transporte internacional, armazenagem, despacho aduaneiro e consultoria estratégica. A empresa vem auxiliando clientes a mitigar impactos das novas políticas tarifárias, promovendo ações como análise de carga tributária, consolidação de mercadorias e planejamento logístico de médio prazo.
Segundo análise recente do Atlantic Council, o Brasil teve em 2024 o maior superávit comercial com os EUA entre as economias emergentes, o que reforça a complexidade das novas tarifas e a necessidade de adaptação na logística internacional.
“Quem atua no comércio exterior precisa estar pronto para responder com agilidade às mudanças de cenário. Ter um parceiro logístico com base nos EUA e alinhado às normas internacionais é um diferencial competitivo”, destaca Gait.
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