
As entidades fechadas de previdência complementar (EFPC), conhecidas também como fundos de pensão, terminaram 2025 com superávit de R$ 17 bilhões e rentabilidade média de 13,23%. O resultado é o melhor da série desde 2013, quando o sistema registrou superávit de R$ 18 bilhões. Os dados, divulgados nesta terça-feira (14), são da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp).
De acordo com os dados, o resultado decorre da diferença entre R$ 39 bilhões registrados em planos superavitários e R$ 22 bilhões em planos deficitários.
“Os resultados de 2025 demonstram a resiliência e a consistência da previdência complementar fechada no Brasil. Mesmo em um ambiente financeiro desafiador, o sistema apresentou desempenho sólido, sustentado por práticas rigorosas de governança, gestão de riscos e visão de longo prazo”, destacou o presidente da Abrapp, Devanir Silva.
Os fundos de pensão administram cerca de R$ 1,4 trilhão em ativos no Brasil. Constituídos na forma de sociedade civil ou de fundação, não têm fins lucrativos e operam planos de previdência privada destinados exclusivamente a empregados de uma empresa ou membros de associações profissionais.
Economia Pix ultrapassa 1 bilhão de chaves cadastradas no Brasil
Economia Tributos da gasolina são zerados e subsídios a combustíveis, ampliados
Economia Unilever abre inscrições para o Programa de Trainee 2027
Economia FAP 2027 é divulgado e abre alerta para custos das empresas
Economia Inflação oficial de setembro fica em 0,82%, mostra IBGE Economia Jadlog amplia automação da triagem com sorter Pitney Bowes A Jadlog instalou dois sorters da Pitney Bowes nas unidades do Rio de Janeiro e de Betim (MG). Os equipamentos processam até 5 mil pacotes por hora e 60 classificações simultâneas, buscando acelerar a triagem, reduzir erros e melhorar a previsibil... Mín. 22° Máx. 40°