
O setor de bebidas não alcoólicas no Brasil segue em ritmo de expansão. De acordo com o Anuário das Bebidas Não Alcoólicas 2024, publicado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), o estoque de empregos formais na indústria cresceu em todas as regiões do país em 2023, refletindo não apenas o aumento de estabelecimentos, mas também a consolidação da categoria como uma das mais dinâmicas da cadeia produtiva de alimentos e bebidas. O levantamento aponta ainda que o setor manteve trajetória positiva mesmo diante de custos de produção mais elevados, confirmando o interesse do consumidor por opções mais saudáveis e diversificadas.
Segundo Fabio de Oliveira, gerente comercial da Asstefil, “filtros projetados para ambientes comerciais removem impurezas químicas e mecânicas, como cloro e sedimentos, protegendo equipamentos e melhorando o resultado final das bebidas”. Esses sistemas são aplicados em máquinas de café, chá e refrigerantes, atendendo a normas de potabilidade estabelecidas pelo Ministério da Saúde.
“A implementação de filtros adequados em máquinas de bebidas é essencial para eliminar contaminantes e preservar a carbonatação”, observa Nelson Isao Watanabe, especialista em filtragem com mais de 30 anos de experiência. Ele destaca que cartuchos bacteriostáticos e pré-filtros de 1 mícron oferecem proteção contra obstruções e corrosão, conforme especificações técnicas disponíveis em Asstefil.
“Os filtros para máquinas de bebidas incluem pré-filtros que capturam partículas maiores, evitando desgaste em bombas e tubulações. Cartuchos de carbono bacteriostático inibem o crescimento de microrganismos, garantindo água livre de odores e sabores indesejados”, de acordo com Nelson Isao Watanabe. Em ambientes como bares e restaurantes, esses sistemas otimizam o desempenho de equipamentos Post-Mix, onde a qualidade da água impacta diretamente o sabor das bebidas.
“Um exemplo é a aplicação em cafeterias em Santo André (SP), onde filtros mantêm a pureza da água para preparo de café e chá. Outro caso ocorre em estabelecimentos comerciais em Mauá (SP), com sistemas que reduzem a dureza da água, prolongando a vida útil das máquinas. A instalação simples permite trocas rápidas, minimizando interrupções operacionais”, reforça Fabio de Oliveira.
A sustentabilidade integra esses filtros, com materiais que reduzem o desperdício e o uso de químicos. Sistemas de troca rápida diminuem o tempo de manutenção, alinhando-se a práticas ambientais responsáveis no setor de bebidas.
De acordo com o gerente comercial, “além de atender às normas de potabilidade do Ministério da Saúde, a adoção de sistemas avançados de filtragem assegura que o consumidor tenha acesso a produtos de maior qualidade e segurança. Projetos implantados em cidades como Guarujá (SP), com suporte técnico de empresas especializadas em tratamento de água sediadas em polos industriais como Santo André (SP), demonstram a versatilidade dessas tecnologias e sua contribuição para a eficiência operacional das indústrias de bebidas não alcoólicas".
“A evolução dos filtros para máquinas de bebidas posiciona o Brasil em um cenário de inovação, combinando saúde, qualidade e sustentabilidade. Com o crescimento do setor, a filtragem permanece crucial para processos comerciais confiáveis", afirma Fabio.
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