
A D’Brescia Churrascaria reabre ao público sua unidade no Morumbi, bairro da Zona Sul de São Paulo, após uma reforma que recebeu investimentos de R$ 12 milhões. A intervenção faz parte do processo de padronização das unidades da rede e atualiza a estrutura da casa para o conceito adotado pela marca em seus endereços mais recentes.
Com capacidade para atender até 240 pessoas, a unidade passa a contar com uma adega climatizada, Espaço Kids e uma sala privativa para reuniões e encontros de até 20 pessoas. O estacionamento terá capacidade para cerca de 60 veículos, com serviço de valet pago.
A D’Brescia Morumbi integra um movimento mais amplo de expansão da marca. Com nove unidades em operação (em São Paulo, Guarulhos, Santo André e São Bernardo do Campo) e mais de 600 colaboradores diretos, a rede projeta alcançar R$ 250 milhões em faturamento em 2026. A operação serve cerca de 110 mil refeições por mês e consome mais de 100 toneladas de carne mensalmente.
Além da reforma no Morumbi, a empresa prepara a abertura de um novo ponto comercial na Barra Funda, que será adaptado ao padrão D’Brescia. A estratégia inclui ainda investimentos na estrutura operacional da rede de churrascarias.
Cardápio é um dos pilares da operação
A expansão vem acompanhada da manutenção de um cardápio padronizado entre as unidades. Os cortes permanecem como um dos principais eixos da marca. O rodízio reúne 25 tipos de carnes selecionadas Bassi-Marfrig, linha premium da Marfrig, preparadas na parrilla e no espeto.
O buffet oferece ainda 25 opções de saladas, pratos quentes, frutos do mar, cozinha japonesa, panificação própria e 15 variedades de sobremesas. A adega amplia a experiência da unidade com cerca de 100 rótulos de diferentes origens, pensados para acompanhar os cortes e demais opções do cardápio.
Expansão acompanhada de investimento em eficiência
O crescimento também passa pela estrutura logística. A D’Brescia está implantando um novo Centro de Distribuição (CD), projetado para ampliar o controle sobre a distribuição de produtos, padronizar processos logísticos e aumentar a eficiência operacional.
Entre os objetivos do investimento está a redução do Custo da Mercadoria Vendida (CMV), indicador diretamente relacionado à rentabilidade da operação de alimentação. A estratégia combina, portanto, expansão física, padronização das unidades e investimento em infraestrutura para sustentar a expansão da rede.
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