
Um relatório recente da McKinsey & Company revelou que apenas 1% das organizações consideram suas operações com IA plenamente maduras, mesmo enquanto 92% planejam ampliar investimentos nos próximos três anos. O estudo mostra que o principal obstáculo para essa evolução não é a tecnologia, mas a liderança.
“Usar a IA de forma inteligente exige concentração mental, verificação e responsabilidade. É fundamental checar as informações, compreender o contexto e manter o controle sobre o que é produzido”, pontua Vininha F. Carvalho, economista, administradora de empresas e editora da Revista Ecotour News & Negócios.
Segundo Marcos Junior, cofundador e CEO da Invent Software, as organizações que desejam competir no mundo da IA precisam começar pelo básico: arrumar a casa. Isso significa investir em infraestrutura, automação, integração de dados e revisão de processos. Só assim será possível extrair valor real da IA. Não adianta contratar especialistas em prompts se sua operação ainda depende de carimbos e planilhas.
“O crescente uso e desenvolvimento da Inteligência Artificial traz uma série de inovações. Assim, a criação de um marco legal para a IA é de extrema importância. Há poucos meses, o Senado Federal deu um passo importante ao aprovar o Projeto de Lei 2.338/2023, que visa garantir segurança jurídica e ética no uso da tecnologia, além de proteger os direitos fundamentais”, finaliza Vininha F. Carvalho.
Tecnologia Gestão mais inteligente pode ajudar na prevenção de fraudes
Tecnologia Corpora disponibiliza plataforma de gestão para psicólogas
Tecnologia Relatórios financeiros orientam decisões estratégicas