Segunda, 12 de Janeiro de 2026
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AMM integra diretoria do CRC/MT e fortalece parceria com a instituição para orientar os municípios

A Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) integra a nova diretoria do Conselho Regional de Contabilidade de Mato Grosso (CRC/MT) para o biên...

12/01/2026 às 16h01
Por: Redação Fonte: Associação Mato-grossense dos Municípios
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Crédito: Divulgação
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A Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) integra a nova diretoria do Conselho Regional de Contabilidade de Mato Grosso (CRC/MT) para o biênio 2026/2027. A instituição é representada  no colegiado pela coordenadora contábil e econômica, Waldna Fraga, que assume como uma das titulares da equipe técnica da Câmara de Controle Interno do conselho de classe, entre outras atribuições. A posse da diretoria ocorreu no dia 8 de janeiro, na sede do CRC, que será presidido pela contadora Silvia Cavalcante. 

A presença da AMM na diretoria reforça a presença da instituição no setor contábil e fortalece a parceria entre as instituições em várias frentes de apoio aos municípios, como capacitações, reuniões técnicas e orientações sobre temas que impactam diretamente a gestão pública.

Um dos principais desafios da categoria contábil para 2026 será o acompanhamento da implementação da reforma tributária, que deve ter um impacto significativo nas finanças dos municípios de Mato Grosso. Estudos indicam que a medida poderá resultar em uma significativa perda de recursos para o estado. 

A principal razão para o impacto negativo é a mudança no recolhimento do ICMS, que passará a ser feito no local de consumo, em vez de no local de produção. Além disso, com a substituição do ICMS e do ISS pelo novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cerca de 80% da arrecadação será distribuída com base na população de cada estado. Para Mato Grosso, que possui uma população menor em comparação a outros estados, essa redistribuição deve resultar em uma perda maior de recursos.

A nova diretoria do CRC também deve priorizar o fortalecimento das associações de profissionais, fiscalização orientativa, educação continuada e parcerias institucionais, com conselheiros protagonizando as demandas regionais.

A gestão também deve retomar as campanhas de destinação de parte do Imposto de Renda aos Fundos da Infância e Adolescência (FIA) e do Idoso (FDI), em parceria com os conselhos municipais.

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