
Após anos de transformações, 2026 começa com um novo fôlego para o setor de Experiência do Cliente (CX). As empresas buscam relações mais próximas, os consumidores esperam interações simples e personalizadas, e a inteligência artificial (IA) desponta como uma aliada estratégica capaz de integrar eficiência e humanização em um mesmo ecossistema.
O setor vive um ponto de inflexão. A inteligência artificial deixou de ser promessa para se tornar uma ferramenta real de entrega de atenção, agilidade e personalização no ritmo que as pessoas exigem. Os consumidores passaram a avaliar sua jornada de experiência com base nos padrões de IA que utilizam no dia a dia. E, quando esse padrão não é atendido, a diferença é percebida de imediato.
"Os líderes que conseguirem conectar a inteligência em toda a organização serão os protagonistas da era da IA. Serão eles que transformarão interações em ações estratégicas, decisões em crescimento e cada momento com o cliente em fidelização", afirma Scott Russell, CEO da NiCE.
Com esse olhar, a NiCE apresenta as tendências que devem guiar a Experiência do Cliente em 2026, um ano em que tecnologia e empatia caminham lado a lado.
A jornada do cliente começa com a inteligência artificial e isso significa agilidade com propósito. A tecnologia se torna capaz de entender contextos e necessidades antes mesmo que o cliente peça e oferece um atendimento mais fluido e acolhedor.
A IA aprende com o que há de melhor nos agentes e disponibiliza essa qualidade 24/7. Em vez de substituir pessoas, ela potencializa seus pontos fortes e oferece experiências mais consistentes e atenciosas para todos os consumidores.
A nova geração de IA age como um agente completo, capaz de planejar e executar tarefas reais. Assim, problemas simples são resolvidos na hora, sem transferências e frustrações. Ela deixa os times livres para momentos que exigem sensibilidade humana.
A orquestração integra pessoas, sistemas e IA em tempo real, pois garante que cada etapa da jornada aconteça de forma conectada e sem esforço. Para o consumidor, é a sensação de que "tudo simplesmente funciona".
Com processos totalmente automatizados, o trabalho deixa de depender de cliques, formulários ou tarefas repetitivas. Para os clientes, isso significa respostas rápidas. Para as equipes, mais tempo para cuidar do que de fato importa.
A IA passa a atuar em várias áreas da empresa para conectar e resolver demandas com mais rapidez. A experiência final fica mais simples, mais integrada e mais humana.
Em 2026, o valor não está em "ter mais IA", mas em ter IA unificada. Quando informações fluem e se somam, a inteligência cresce e beneficia toda a operação. É assim que decisões ficam mais certeiras e personalizações mais naturais.
A IA passa a analisar sentimentos, intenção e contexto e, a partir dessas análises, ajudará marcas a compreender a fundo o cliente e antecipar necessidades. Os dados se tornam o combustível para relações mais duradouras e empáticas.
Quando a IA se lembra de preferências, histórico e emoções, a experiência deixa de ser genérica. As interações ficam mais contínuas, pessoais e confiáveis, como um atendimento que entende você sem precisar repetir tudo a cada vez.
De acordo com Andy Traba, VP de Marketing de Produto da NiCE, "cada interação por meio do CXone aprimora a inteligência da empresa. Imagine o impacto na experiência do cliente daqui a seis meses ou um ano".
Com a inteligência artificial operando em toda a empresa, líderes precisam ter visibilidade total do que acontece. A observabilidade garante transparência, segurança e governança. Também permite que a inovação avance de forma responsável.
"A experiência do cliente entra em 2026 mais madura, mais integrada e, acima de tudo, mais humana. A IA se torna a grande parceira das marcas que buscam reduzir atritos, oferecer cuidado e criar relações de confiança duradoura. Em um cenário em que consumidores querem ser ouvidos e valorizados, a inteligência artificial aplicada com propósito abre caminho para um ano promissor para empresas, colaboradores e clientes", explica Luiz Camargo, General Manager da NiCE para a América Latina.
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