
A edição de 2026 da AB2L Lawtech Experience, realizada nos dias 13 e 14 de maio, no Píer Mauá, no Centro do Rio de Janeiro, reuniu o ecossistema jurídico para discutir inovação, inteligência artificial, transformação digital, governança, legal operations, educação jurídica e o futuro da advocacia.
Esta edição do evento que teve como tema "A Odisseia d,a Inovação Jurídica", além de contar com painéis e palestras sobre IA aplicada ao jurídico, automação, Visual Law, provas digitais, creator economy, cibersegurança, legal design e eficiência operacional, side events ("Rio Lawtech Nation") antes do congresso principal, incluindo encontros temáticos, experiências de networking e masterclasses, possibilitou networking entre escritórios, departamentos jurídicos, lawtechs, tribunais, OAB, empresas e investidores.
O evento contou com a presença de diversos representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), como Ana Tereza Basilio, presidente da OAB/RJ, Felipe Sarmento, vice-presidente do Conselho Federal da OAB, e Daniela Magalhães, vice-presidente da OAB/SP, que participou do painel "O Escudo de Atena: Sabedoria e Protagonismo Feminino na Era dos Dados". Daniela apresentou dados como a desigualdade da renda, de acordo com o sexo, ao explicar que "em São Paulo, onde a maioria da advocacia é feminina, a renda média da advogada é de R$ 6 mil, enquanto a do advogado é de cerca de R$ 12 mil".
Daniela afirmou que "a OAB/SP, com o objetivo de estimular os escritórios a adotarem a inclusão e a diversidade como pilares de gestão e estratégia de negócios, possui o programa ‘OAB Promove Mulheres’ e concede selo para escritórios que promovem igualdade e oportunidades iguais".
Segundo Daniela, "apesar de existirem ministras e desembargadoras nas altas cortes, bem como escritórios com mulheres em posições de liderança — como o meu, associado à Vivacqua Advogados, que tem como principal sócia Paula Vivacqua — ainda há uma carência de diversidade de perspectivas nos espaços de decisão".
Paula, que acompanhou Daniela ao evento ao lado de sua filha, Luiza Vivacqua, destacou que "o ambiente de trabalho na advocacia ainda é marcado por práticas discriminatórias, mas destacou que cabe às mulheres se posicionarem e ocuparem espaços para superar esse obstáculo".
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